A

Apresentação

"O xamã, não se autoproclama. Ele é chamado para suas tarefas espirituais, passa por treinamentos, então é reconhecido pelas pessoas de sua comunidade."

29 de abril de 2014

UM IMPORTANTÍSSIMO TESTEMUNHO DO POVO DE PELE VERMELHA SOBRE SERES EXTRATERRESTRE


ENTREVISTA: Índios Pele Vermelha e o encontro com o 
“Ancião das Estrelas...”.

“Nós não estamos sozinhos. Os astrônomos estão 
errados. Os cientistas estão errados. Eles estão aqui, mas 
não podemos vê-los, porque eles se escondem. 
Escondem-se… Da vista de todos. Nós somos os seus 
servos, somos seus escravos, nós somos sua 
propriedade... Nós somos deles”. (aqueles que estão 
inconscientes). Robert Morning Sky

O TESTEMUNHO:

… “O que ele ensinou ao meu avô e aos outros, e o que 
aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a 
humanidade foi (e continua sendo) enganada”. Os 
deuses, os diabos, os seres que tomam parte nas nossas 
histórias eram/são seres das estrelas. Fomos utilizados e 
manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que 
não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, 
utilizando a presença destes seres para fins desonestos.
Artigo retirado da publicação da revista italiana 
”NONSIAMOSOLI” (Não Estamos Sozinhos), Ano XII N.º 2 
Julho-Dezembro 1996, págs. 17 a 20.
Outro importante testemunho do povo pele-vermelha 
chegou-nos por Michael Hesemann mediante a seguinte 
entrevista.

M.H. – Robert, como entrou em contato com a sua 
tradição? Quem foram os seus mestres? 

R.M. – Bem, praticamente nasci junto a ela. O meu pai 
morreu pouco depois do meu nascimento num acidente, 
e, portanto eu cresci com os meus avós. A dança indígena 
sagrada não é algo simples de se aprender. Nós podemos 
explicar os movimentos, mas ninguém pode mostrar o 
fogo interior e a paixão indispensável para se dançar. As 
nossas crianças dormem próximo dos tambores, inclusive 
quando eles são tocados com força. Eles crescem ouvindo 
a batida/ritmo do tambor cresce com a dança,
observam 
os mais velhos, os seus pais, os seus irmãos e irmãs, e 
sentem um fogo dentro deles; que é algo que os 
impulsiona a dançar e que não lhes perm ite permanecer 
sentados em silêncio. O meu mestre, no respeitante à 
dança, é a minha Tribo (visto que aqui todos me 
ensinaram a amá-la, a dança sagrada); quem me ensinou 
a me converter em um guerreiro foi o meu avô ou, 
melhor dizendo, os meus avós.

M.H. – O seu avô, durante uma visão em 1947, teve um 
estranho encontro que mudou a sua vida…

R.M. – Sim, em Agosto de 1947 (penso que foi em 13 de 
Agosto), um mês depois do incidente da queda de um 
OVNI nas cercarias de ROSWELL, o meu avô se encontrou 
com cinco amigos seus para tentar ter uma visão. Trata-se 
de uma cerimônia indígena antiga, uma técnica para 
tratar de ver o próprio futuro, para estudar aquilo que 
nos reservam as estrelas. E durante este ritual viram uma 
enorme luz que se precipitou e caiu na terra. Nós sempre 
acreditamos na existência dos homens das estrelas; nós 
sabemos quem eles são, falamos com eles, dançamos 
com eles, e, portanto não há porque nos surpreendermos 
pelo fato de que o meu avô se interessasse por essa luz, 
desde o momento em que sabia que dentro daquela luz 
que caiu havia os homens das estrelas. O meu avô e os 
seus amigos eram muito ingênuos e ignoravam todas as 
regras que haviam na reserva indígena.
Não sabiam que quando uma estrela cai há que se manter 
a certa distância, porque acodem soldados de imediato, e 
que estes não estão muitos de acordo com os índios. De 
toda a forma, o meu avô e os seus amigos decidiram 
buscar a estrela caída, a qual parecia não estar muito 
longe do lugar onde eles se encontravam; e efetivamente, 
chegaram ao lugar do acidente antes que os soldados. 
Inspecionaram os restos do acidente e encontraram um 
sobrevivente. Decidiram levá-lo consigo e curá-lo. O ser 
recuperava a consciência de forma intermitente. Quando 
se encontrava consciente, dava-lhes algumas instruções. 
Depois de alguns meses já se encontrava totalmente 
recomposto. Nesse período de tempo conseguiram 
conquistar a sua confiança e lhe chamaram “O Ancião das 
Estrelas”. Um dia ele pegou um pequeno cristal verde, 
que era redondo. Quando sustentava na sua mão, podia 
projetar imagens sobre a pedra. Através destas imagens o 
meu avô e os seus amigos conseguiram saber quem ele 
era, o que fazia aqui e donde vinha. Decidiram não falar 
do ocorrido com ninguém mais porque lhes preocupava a 
segurança deste ser.
Tinham medo que os curiosos chegassem para lhe fazer 
perguntas, e que os soldados o levassem. Para sua 
segurança decidiram calar-se. As histórias da sua pátria e 
da sua forma de viver eram fantásticas. Entre outras 
coisas, ele também lhes falou de guerras estelares. O seu 
modo de vida era semelhante ao nosso, indígenas 
americanos. A nossa história de guerreiros era muito 
semelhante à deles, e por isso o meu avô e os seus 
amigos ficaram estupefatos, mas também o Ancião das 
estrelas se surpreendeu quando soube que aqueles povos 
primitivos conheciam técnicas semelhantes. Tempos 
depois, o Ancião começou a contar a história da Terra e 
da humanidade tal como ele a conhecia. Algumas destas 
histórias o meu avô as transmitiu a mim, e por esse 
motivo estou aqui. Antes que ele morresse, eu lhe 
prometi que contaria esta história, e este é o motivo pelo 
qual hoje estou aqui para dizer: “Olhai, os homens das 
estrelas estão aqui, eles existem e nós devemos escutar 
bem o que eles têm a nos dizer.”.
Primeira manchete (08/07/1947) publicada em jornais 
locais (há exatos 65 anos, em JULHO de 1947) que fala do 
resgate de um “Flying Saucer”, literalmente UM DISCO 
VOADOR. A Notícia foi desmentida no dia seguinte pelo 
exército dos EUA, visando o acobertamento do fato. 

M.H. – Como deixou o Ancião das estrelas ao seu avô? Ele 
foi levado embora?

R.M. – Inicialmente devia ter permanecido somente um 
breve período, mas foi obrigado a permanecer na Terra 
um pouco mais de tempo por motivo da sua segurança.

M.H – Quando lhe foi possível partir?

R.M – Depois do incidente ele permaneceu cinco anos 
com o meu avô, até que um belo dia deixou o 
acampamento e desapareceu. Voltou a aparecer mais 
adiante um par de vezes mais. Estou duvidando um 
pouco do que vou lhe dizer, mas ele deveria regressar em 
Agosto de 1996. Eu não sei se os homens das estrelas 
entendem o que significa a palavra “mundo”, 
especialmente “mundo civilizado”. Eu me sinto feliz em 
saber que ele regressará, mas também estou um pouco 
preocupado.

M.H – Irá à sua reserva?

R.M. – Não sei. Penso que seria melhor que ele fosse a 
alguma parte do deserto, longe da nossa civilização, dos 
carros, casas; mas não sei. Ele nos fará saber o quando e 
onde.

M.H. – Onde ele viveu durante os cinco anos com vocês 
na Terra?

R.M. – Bem, eu não gostaria de dizer exatamente onde 
viveu, porque muitos curiosos iriam ao lugar para buscar 
pistas. Eu sei que os soldados já estariam preparados… 

M.H. – Viveu numa caverna ou numa tenda?

R.M. – Por todas as partes na zona de Four Corner (os 
quatro cantos, encontro das fronteiras de quatro estados 
dos EUA, Utah, Arizona, Novo México e o Colorado), entre 
a Arizona e o Novo México, Colorado, no deserto, no 
campo do meu avô e dos seus amigos. Ali há árvores, 
abetos, cavernas, rochas. Levavam-no de um lugar para o 
outro. Ele sempre estava fora. Construíram um refúgio. 
Procuravam estar sempre nas cercarias, mas levavam-no 
a diversos lugares.

M.H. – Que aspecto tinha o Ancião das estrelas?

R.M. – Esta resposta quiçá surpreenda a algumas pessoas. 
Já faz algum tempo a televisão dos Estados Unidos 
mostrou um documentário chamado “filmagem de 
Santilli“. Alguém me perguntou se eu queria ver esta 
filmagem, e me mostrou uma fotografia que tinha 
recebido através da Internet. Sei que muitos não me 
acreditarão, mas o Ancião das estrelas tinha o mesmo 
aspecto do ser morto da filmagem de Santilli. À minha 
família e a mim, desgostou-nos ver a filmagem. Não 
queríamos ver o corpo estendido na mesa de operações. 
Algumas semanas depois voltaram a passar a filmagem e 
eu a vi. Não foi fácil ver o filme, pois o Ser se parecia 
muitíssimo com o Ancião das estrelas (não eram da 
mesma espécie, pois foram nove tripulantes que caíram, 
oito corpos foram resgatados pelo exército dos EUA, um 
ainda com vida). 
Um ET resgatado morto, mostrado no filme mencionado 
por R.M. S, no “filme de Santilli“ Ver mais informações 
em:
Alguns dias depois, voltaram a passar de novo a 
filmagem, e os produtores da “Fox-Network” me 
telefonaram e me pediram a minha opinião; 
perguntaram-me se eu havia visto a filmagem e o que eu 
pensava dela. Eu não estava em condições de afirmar se o 
filme era autêntico ou não, porque não sou um perito; só 
podia dizer que o Ser que aparecia na filmagem se tratava 
de um ser real, e não de um manequim ou de um boneco; 
porque ele se assemelhava muito ao Ancião das estrelas 
que o meu avô salvou, incluindo o fato de ter seis dedos 
em suas mãos e pés.

M.H. – O que ensinou ao seu avô o Ancião das estrelas?

R.M. – O que ele ensinou ao meu avô e aos outros, e o 
que aprendemos nós e os nossos filhos com eles é que a 
humanidade foi (e continua sendo) enganada. Os deuses, 
os diabos, os seres que tomam parte nas nossas histórias 
eram/são seres das estrelas. Fomos utilizados e 
manipulados porque nos ensinaram a crer em coisas que 
não são verdadeiras, coisas que foram inventadas, 
utilizando a presença destes seres para fins desonestos. 
Custa-me a entender como pode ser tão fácil crer em 
diabos e demônios, e tão difícil crer em seres das estrelas. 
O homem aceita o fato de que o céu (espaço) é imenso, 
mas não crê na vida em outros planetas. O homem crê 
em histórias de tapetes voadores e de ratos falantes, mas 
não logra crer em “discos voadores” e em homens das 
estrelas.
O nosso amigo só queria dizer que nós, a humanidade, 
tem sido enganada. Pretende-se que o homem escute, 
que aceite cegamente o que se lhe ensina, e que duvide 
do resto. O que nos vendem como correto/certo não é a 
verdade. A verdade é muito mais grande/abrangente, e 
muito mais maravilhosa do que o que nos ensinam nos 
livros na escola. Eu não quero ofender a nenhum mestre 
ou professor; muitos deles são pessoas valentes que se 
esforçam em ser justos, mas o que nos ensinam não 
corresponde à verdade. Sei que tudo isto forma parte de 
um sistema, uma missão para o nosso pensamento, e o 
seu trabalho é o de manter vivo este sistema. Mas o 
nosso trabalho, na qualidade de seres humanos, é de 
lutar pela verdade (a elevação de nossas consciências 
individuais) para evitar danos maiores. Isto é em resumo, 
o que o Ancião das estrelas tratou de nos transmitir.

M.H. – Ele falou também da história da humanidade?

R.M. – Sim, também falou disso. A humanidade não 
nasceu de forma espontânea, foi criada para servir aos 
seres das estrelas. Assim como o homem atual criou a 
mula, o “macho” estéril que é um cruzamento entre uma 
égua e um burro, e depois também fez outros 
cruzamentos diversos com outros diversificados tipos de 
plantas. Se nós estamos em condições de fazer isto, 
também poderia tê-lo feito um cientista que tivesse 
vivido há milhares/milhões de anos. E isto é o que 
aconteceu: o homem foi criado como um mero 
trabalhador braçal, como um escravo, para servir aos 
“deuses que o criaram em laboratório genético”.
Nós éramos um animal que foi modificado 
geneticamente. E isto não foi algo malvado/ruim. Se nós 
agora temos consciência e experiência, nós a devemos a 
esta experiência. Alguns de nós, muitos de nós, chegamos 
a entender que a vida é demasiado importante para vivêla como escravos. Esta é uma das coisas que mais 
surpreendeu ao Ancião das estrelas (e a todos os demais 
“deuses”): que nós, nascidos como escravo tenha 
quebrado as nossas cadeias para procurar viver a nossa 
vida em liberdade, que nós tenhamos sido bastante 
inteligentes/corajosos para fazer isto. Nós estamos em 
condições de realizar os nossos sonhos. Isto não é fácil, 
mas quando se é um guerreiro e se leva consigo o fogo 
interior, então tudo é possível. O que mais lhe tocou da 
raça humana é que nós levamos o fogo (a centelha divina, 
a chama trina, a nossa alma) no nosso interior.

M.H. - Que disse ele sobre o seu povo, a sua estrutura 
social, da sua religião?

R.M. – A religião é um tema um pouco delicado. É algo 
em que cremos em que pensamos que nos é ensinado e 
que nós aceitamos. No seu mundo, na sua estrela, não 
existe a fé religiosa. O universo está cheio de maravilhas. 
Para que para eles o conceito de fé e de religião não 
existe. A sua religião é simplesmente o seu modo de 
viver. Eu amo estas coisas. Eles não têm uma religião. Nós 
não deveríamos entrar em conflito sobre aquilo que 
cremos. Só deveríamos discutir; isto é o que deveríamos 
fazer. O seu grau evolutivo é muito superior ao nosso.
Para eles um homem de 100.000 anos é jovem, segundo 
o que disse o Ancião das estrelas; o atual corpo humano 
poderia viver entre 2000 e 3000 anos se nós o 
alimentássemos bem. Mas nós somos programados para 
a autodestruição. Os nossos corpos envelhecem não 
porque eles o querem, senão porque nós somos assim. 
Em tudo o que diz respeito ao modo de vida, à cultura e à 
sociedade dos seres da sua galáxia, existe um paralelismo 
com exceção da existência de religião, da duração da vida 
e do modo de viver, que são muito diferentes. Para eles 
tudo está orientado para uma vida muito longa, e para 
nós para um muito curta.

M.H. – Você teve um encontro com o Ancião das 
estrelas?

R.M. – Sim, eu sozinho e com outros. Eu nasci em 1947; 
tinha cinco anos quando o meu pai e os seus cinco amigos 
decidiram revelar o seu segredo a dois ou três familiares. 
Eu era um deles e outro era meu primo. No total éramos 
25 pessoas. Uns morreram e outros se foram embora; o 
círculo foi ficando, portanto cada vez menor. Finalmente 
ficamos apenas oito rapazes; seis de nós decidiram 
estudar para chegar ao conhecimento que hoje são 
ensinados nas nossas escolas.

M.H. – Aconteceram outros encontros?

R.M. – Sim, ele voltou. A última vez que me encontrei 
com ele foi ao Verão de 1994, aproximadamente em 
finais de Julho. Ele regressou e voltou a partir para as 
estrelas de novo. E este é o motivo porque me foi tão 
difícil ver a película de Santilli; porque ele tinha 
precisamente a mesma aparência.

M.H. – Quantos encontros você teve com ele?

R.M. – Aproximadamente uns doze. Às vezes se passavam 
três ou quatro anos antes que pudesse voltar a vê-lo. 
Encontrava-me com ele e passávamos algum tempo 
juntos, e nos comunicávamos bem.

M.H. – Telepaticamente?

R.M. – Não, não assim precisamente. Para mim, 
telepaticamente significa simplesmente de espírito a 
espírito. No meu caso não foi assim. Deixe-me dar um 
exemplo: Se ele tratava de me descrever uma rosa, eu via 
esta rosa não só no meu espírito, como também sentia o 
seu perfume, podia cheirá-la. Telepatia não é o termo 
adequado; se ele queria descrever um pássaro eu podia 
vê-lo, podia ouvi-lo, e inclusivamente às vezes podia tocar 
as suas penas. Isto é muito mais do que telepatia.

M.H. – Uma pergunta simples. De que cor era a pele dele 
e como ele se vestia?

R.M. – Quando o vi pela primeira vez com o meu avô, ele 
vestia uma espécie de túnica que lhe tinham feito o meu 
avô e os outros, e tinha o aspecto de um monge. Isto é do 
que me lembro. Não sei de que material era, mas a cor 
era castanha. De todo modo, a vestimenta que ele veste 
usualmente consiste numa peça única. Eu não posso dizer 
se a sua cor seria o prateado ou um branco 
resplandecente, parecido com a cor das pérolas. Não 
estou certo, mas me parece que não tinha nenhum tipo 
de botões; não sei como era capaz de colocá-lo. Parecia 
um pijama de menina. A sua pele variava de rosa pálido a 
uma cor escura, parecia um homem branco com a pele 
bronzeada. A sua altura era de 1.40 ou 1.45m, e o seu 
corpo era vigoroso como o de um guerreiro, e não estava 
inchado como o que se vê na película de Santilli. Talvez 
aquele inchaço do corpo morto do filme se devesse aos 
gases emanados já no estado de putrefação do corpo.

M.H. – Você sente medo quando se encontra com ele?

R.M. – Sinto que ele é fonte de infinita sabedoria. 
Robert “Morning Sky” executando uma dança indígena 
sagrada.

M.H. – Você é um índio meio “HOPI” e meio APACHE. A 
sua tradição fala de contatos com seres das estrelas?

R.M. – O que mais tocou fundo ao meu avô foi que o 
Ancião das estrelas conhecia o uso da pena/pluma de 
pássaro, o elemento mais importante dos nossos 
costumes ritualísticos e culturais. As nossas tradições 
dizem que estes costumes provinham das estrelas. 
Começaram com a Raça dos “Akhu”, os homens-pássaro 
que levavam dentro de si o fogo e a paixão. Talvez isto 
possa irritar outras tribos indígenas, mas eu, na nossa 
dança tradicional, levo dois discos atrás das costas. E 
numa das danças, a do fogo, onde se baila o mais rápido 
que seja possível, estes discos giram, dão voltas, saltam 
até acima, até abaixo, e eu penso, e espero não atrair 
deste modo à raiva de alguém, que estes discos querem 
simbolizar algo diferente do fogo. Para todos isto é o 
fogo, para mim é distinto, algo muito diferente.

M.H. – Você encontrou petroglifos, desenhos nas rochas 
que representam seres com seis dedos nos pés?

R.M – Outro aspecto interessante da filmagem de Santilli 
é que o corpo daquele ser tem seis dedos nas mãos e nos 
pés. O ano passado eu os levei às terras do Grande 
Canyon, no rio Colorado, e lhes mostrei alguns desenhos 
que representavam a história dos Seres das estrelas, que 
nesse tempo habitavam a Terra, e que mais tarde 
decidiram emigrar. Atrás de si deixaram marcas, e a 
particularidade destas marcas ou pistas, era que eles 
tinham seis dedos. Portanto os petroglifos confirmam 
decididamente o que se vê no filme de Santilli. Mas 
demos um passo mais. Os antigos egípcios e sumérios 
baseavam o seu sistema numérico no número 12. O 
nosso sistema está baseado no número 10, por quê? 
Porque nós temos dez dedos. Eu então me pergunto se os 
seres que inventaram este sistema numérico nestas 
antigas civilizações não tinham 12 dedos. Portanto temos 
provas também na América antiga, destacando, 
sobretudo que este ser tem seis dedos do pé.

M.H. – Algum outro índio que vive nas reservas indígenas 
no sudoeste dos Estados Unidos lhe falou alguma vez de 
outros incidentes ocorridos com quedas de Ufos no Verão 
(de junho à setembro) de 1947?

R.M. – O que mais surpreende a mim e a outros índios 
que vivem nas reservas é que a maior parte dos 
incidentes de OVNIS - segundo o que eu sei, verificaramse 16 casos entre 1945 e 1960 nos E.U.A. -, 14 deles 
ocorreram nas nossas reservas indígenas. Os índios 
dormem muito bem em campo aberto, e se alguém quer 
investigar e buscar testemunhos deveria buscá-los entre 
as pessoas que vivem ali próximo, especialmente entre 
aqueles cuja vida e tradições giram em volta dos homens 
das estrelas. E em troca, estranhamente, nos últimos 
cinquenta anos a ninguém ocorreu à ideia de entrevistar 
os índios. Para nós isto é muito estranho. As nossas 
histórias são consideradas como mitos, lendas (saíram um 
par de livros que falam de índios e extraterrestres), mas 
isto não é verdadeiro.
Nós falamos de seres verdadeiros. Por isso eu me dirijo à 
opinião pública e aos investigadores do tema OVNI e lhes 
digo: Vejam, há muitas histórias que vocês do dito mundo 
“civilizado” nunca escutaram. E uma delas é a do 
incidente de quatro de Julho de 1947; a que ocorreu em 
ROSWELL não foi à única daquele verão. Nós os índios 
sabemos que ocorreram três nessa mesma época. A 
primeira teve lugar nos princípios de Junho em Socorro 
(Novo México).
Este é o caso a que deveria pertencer à filmagem da 
autópsia, e não a de ROSWELL. O dito incidente de 
ROSWELL ocorreu em Julho e o terceiro caso ocorreu em 
meados de Agosto na zona do Four Courner (encontro de 
quatro estados dos EUA: Colorado, Novo México, Arizona 
e Utah). Foi nesse último caso que o meu avô salvou o 
sobrevivente que nós chamamos de Ancião das estrelas; 
mas os investigadores de OVNIS só falam do “caso 
ROSWELL“, ninguém fala de outros casos; nos últimos 
cinquenta anos nunca fizeram nada para se aproximarem 
de nós, que estamos abertos, somos honestos e não 
queremos enganar ninguém.
Os Quatro Cantos (“Four Corners”) são uma região do 
oeste dos Estados Unidos da América com a 
particularidade de ser o único lugar do país onde se 
encontram as fronteiras de quatro estados, em ângulos 
retos de 90° que, no sentido horário, são os estados do 
Colorado, Novo México, Arizona e Utah.
Esta singularidade geográfica está situada em terras dos 
índios Navajo e Ute (estes últimos têm uma reserva na 
“esquina” do Colorado, assim como os índios HOPIS). 
Apesar da sua remota localização, o local é um destino 
turístico popular, e já desde 1912 conta com um marco 
geográfico, substituído em 1992 por uma placa de granito 
com um disco de bronze que marca o exato ponto de 
encontro dos quatro estados, rodeado pelos escudos e 
bandeiras dos respectivos estados.

M.H. – Conhece testemunhas do caso da queda em 
Socorro?

R.M. – Sim, naturalmente.

M.H. – Poderia me pôr em contato com eles?

R.M. – Sim, mas não posso lhe prometer que falem 
consigo, porque você é um homem branco. Para os índios 
é muito difícil confiar em quem não é índio. Eles podem 
ter as melhores intenções, mas não é fácil esquecer 300 
anos de exploração e violência. Mas juro-lhe que neste 
momento há índios que sabem exatamente do que estou 
falando, mas eles não falarão porque têm medo, não de 
você, mas das câmaras de televisão, da opinião pública; 
têm medo que alguém possa vir aqui atraído pela 
publicidade. Sim, eu poderia lhe dar os seus nomes, e 
poderíamos tratar de ir juntos até onde eles estão. Você 
quer falar com eles? Podemos tentá-lo, mas não posso 
prometer nada.

M.H. – Nós provaremos Robert, eu voltarei. Mas você já 
falou com eles?

R.M. – Sim, e eles me disseram donde provinha esse disco 
voador e onde ele caiu, assim como o que aconteceu aos 
Seres das estrelas. Na reserva corriam rumores de alguns 
casos e de alguns seres. Frequentemente estes seres 
sobreviviam ao acidente, mas não aos soldados. Estas são 
histórias horríveis. Tratava-se de Seres das estrelas, 
próximos a Deus como ninguém, e os soldados os 
matavam. Que possibilidade temos nós como índios? Nós 
somos muito menos importantes. Numa escala de um 
para 10 já nos contentávamos ao menos de pontuar com 
um; por isso temos medo. Se eu os levasse até eles, e eles 
falassem com vocês poderiam vir os soldados? Talvez. 
Deveríamos confiar? Não. Desagrada-me, mas quando 
um povo, o nosso, que já sofreu tanto, há que se 
compreender que não tenham vontade de falar.

M.H. – E sobre as profecias dos índios HOPI, dos Kachinas, 
da Estrela Azul, do cometa Hale-Bopp. Que é que você 
pode-me dizer sobre isso?

R.M. – Eu não sou um Ancião HOPI, não falo para ou pelo 
povo dos HOPI. Uma vez tentei falar com os Anciões HOPI 
e lhes disse: Vejam, há que se dizer ao resto do mundo o 
que está se sucedendo. Como já o dissemos, nós os índios 
sempre temos sido castigados, e quando conhecemos 
uma profecia perguntamo-nos porque é que a 
deveríamos compartilhar com o resto do mundo? De 
todo o modo, o surgimento do cometa avistado pelos 
astrônomos, que o chamaram de HALE-BOPP é citado nas 
profecias. Não fica bem que eu fale das profecias e do seu 
significado, mas digo somente que estava tudo 
profetizado. Deste cometa também falam as profecias 
MAIAS, dos aborígenes, assim como os antigos livros dos 
Sumérios e dos Egípcios.
Baseando-se nas profecias dos HOPI e dos antigos 
hieróglifos, eu gostaria de afirmar que não creio no fim 
do mundo, no fim da humanidade, senão que penso que 
algumas coisas mudarão. Os que se esforçarem (em sua 
própria evolução) sobreviverão, e aqueles que tiverem 
medo, provavelmente não vão sobreviver (caso da 
maioria). E por favor, não subvalorizeis as minhas 
palavras. Esta profecia não tem nada que ver com o 
espiritismo. Se eu digo 2, 4, 6, 8, qual é o número 
seguinte? Sem possuir faculdades paranormais você me 
dirá que se trata dos 10. Você teria profetizado o 10?
Não, ele é uma consequência lógica. O que quero aqui 
dizer é que as profecias MAIAS e HOPIS não são fruto de 
atividades mediúnicas, mas sim de CONHECIMENTO (e 
sabedoria) ancestral. Eles sabem (os sábios de todas as 
tribos) que a cada 2000 ou 10000 anos deveriam se 
suceder determinadas coisas. O que significa isto? Os 
antigos povos conhecem a história do planeta desde 
muitos milhares de anos. As profecias se baseiam em 
modelos conhecidos e (fatos) não em forças mediúnicas.

M.H. – O que dizem estas profecias?

R.M. – A passagem do Cometa Hale-Bopp deveria 
coincidir com o regresso dos Katschina da Estrela Azul. 
Um Katschina é um espírito da natureza, a essência de 
todas as coisas. Uma águia tem uma Alma, nós a 
chamamos de Kaschina. O Vento tem uma Alma que nós 
também chamamos de Katschina. As nossas lendas dizem 
que no final dos tempos, no final deste ciclo, aparecerá 
uma estrela luminosa cujo nome é Nan-ga-sohn. A dita 
estrela é azulada, com a cabeça em forma de cruz e uma 
larga cauda de plumas por detrás. Depois de sete anos da 
sua aparição, ela desceria concluindo-se este ciclo. Esta 
estrela luminosa Katschina, “Nan-ga-sohn” representa, 
segundo a minha opinião, o cometa que se está 
aproximando.
Diz que esse cometa tem uma cauda de vários milhares 
de quilômetros: os astrônomos dizem que não é possível, 
mas assim é. Antes se dizia que o cometa deveria ter uma 
cor azul, e se descobriu que esse cometa tem uma luz 
azulada. Também a estrela de quatro pontas foi 
descoberta no semblante de Kaschina: uma estrutura, 
uma marca, algo na superfície do cometa que se parece a 
uma cruz. A longa cauda do cometa é a mesma que a do 
Hale-Bopp. A profecia diz que o homem branco teria 
medo do cometa, porque este deveria mudar o seu 
mundo, e eu creio nisso. O homem branco tratará de 
destruir este cometa. Já está começando a ter medo.
Nós veremos por todas as partes asteroides e cometas, e 
os consideraremos perigosos. Assim os militares 
construirão uma bomba, um míssil, qualquer arma para 
destruir este cometa, porque o consideram perigoso. Mas 
eu penso que se trata só de uma desculpa, pois tratarão 
de destruí-lo somente porque está profetizado. Eles 
conseguirão? Talvez. Eu penso que algumas pessoas 
quando verem a cruz na sua superfície pensarão em algo 
religioso; pensarão no regresso do Filho de Deus. 
Respeitosamente digo que não é exatamente assim, mas 
e ao mesmo tempo o será.
Os “deuses” (a partir de 2013) estarão voltando e isso 
pode NÃO SER BOM para os habitantes do planeta Terra.
Enquanto a raça humana aceitar Senhores e deuses 
salvadores, nós estaremos aceitando uma existência da 
servidão. Quando nós finalmente nos lembrarmos que 
nosso próprio reino planetário foi tomado, quando 
finalmente olharmos para nós mesmos como nosso 
próprio Mestre ou Deus, com responsabilidade pela nossa 
própria existência, liberdade e escolhas, então e só então 
estaremos livres de (deuses) extraterrestres. Nós somos 
GRANDES VÍTIMAS DE NOSSA PRÓPRIA IGNORÂNCIA E 
PREGUIÇA MENTAL.
O autor (Robert Morning Sky, um índio nativo Pele 
Vermelha) pede ao leitor que seja mais curioso e 
interessado em sua própria evolução para investigar por 
si mesmo as informações apresentadas aqui. Não aceite 
nenhuma delas como definitiva, mas desafie todas elas. 
Decida por si mesmo se as palavras dele aqui relatadas 
são confiáveis e verdadeiras. Você é seu próprio deus, 
você é o mestre de seu próprio destino – se você puder 
relembrar a Verdade que existe em seu interior.
“NÃO ANDE ATRÁS DE MIM, TALVEZ EU NÃO SAIBA 
LIDERÁ-LO.
POR FAVOR, NEM ANDE EM MINHA FRENTE, TALVEZ EU 
NÃO SAIBA SEGUI-LO.
ANDE AO MEU LADO PARA QUE JUNTOS POSSAMOS 
CRESCER E GALGAR OS DEGRAUS DA ELEVAÇÃO DA 
CONSCIÊNCIA.”.

Provérbio Sioux

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